O Berro!!!

Fevereiro 24, 2009

10 motivos para você assistir ao Monty Python e o Cálice Sagrado

Arquivado em: Sem-categoria — Wagner Lannes @ 5:43 am
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Vadiando pela internet à procura de diversão encontrei um post relacionado a uma série de filmes que adoro, a qual conta com Monty Python e o cálice sagrado, que na minha opinião é um dos melhores filmes de todos os tempos! A primeira vez que ouvi falar desses caras eu era um moleque de uns 13 anos, e a  Srtª Carolina, mais velha na época, discursava aos risos sobre esse filme e os outros do grupo. Desde então fiquei curioso, mas acabei não assintindo naqueles tempos, vindo a conhecer realmente um pouco mais velho. Me apaixonei de cara pelo humor dos caras.

Os lendários Cavaleiros que dizem Ni

Os lendários Cavaleiros que dizem Ni

Abaixo segue uma lista com os 10 Motivos pelos quais vocês devem assistir ao filme:


• Tem os Cavaleiros que Dizem Ni!
• Tem a musiquinha do sir. Robin, o cavaleiro cagão;
• Tem o coelho assassino que devora todo mundo sem perder seu aspecto pimpão e inofensivo;
• Tem a frase: “Me traga um shuberry bem bonito! E que não seja muito caro!”
• Tem a célebre pergunta: “Quantas andorinhas são necessárias pra transportar um côco?” E a resposta: “Mas andorinhas africanas ou européias?”
• Tem a morte repentina do ilustrador do dragão;
• Tem o salvamento fantástico de sir Lancelot à “mocinha” que só quer cantaaaaaaarrrr;
• Tem a sequência do cavaleiro preso num castelo repleto de virgens masoquistas;
• Tem o final mais contemporâneo que um filme sobre Rei Arthur pode ter;
• Tem a luta do Rei Arthur contra o cavaleiro negro, que não perde a pose, mesmo sem os braços e sem as pernas. Se você viu o filme, me ajude a lembrar mais cenas inesquecíveis. Se você ainda não viu, aí… bom, nem sei o que você ainda está fazendo que não foi pegar pra assistir!

Créditos da lista ao Nadaver.

Nostalgia – Jogos de Tabuleiro

Arquivado em: Série Gente, Série Outros — Wagner Lannes @ 5:12 am
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Depois da invenção do botão o mundo mudou! Ninguém mais levantava da poltrona pra trocar de canal ou passar um tempinho no fogão fazendo uma pipoca. Esse botãozinho mudou tanto nossa maneira de viver que hoje somos uma população fora de forma e acima do peso, até nosso ritmo de vida mudou. Somos mais estressados, não temos mais tempo pra nada, e o tal botão só contribuiu pra isso.

Daqui um tempo vai ser esse aí quer irão apertar!

Botão do Pânico! Daqui um tempo vai ser esse aí quer irão apertar!

Agora, você deve estar se perguntando o porquê de tanta divagação sobre um simples botão. Eu explico.

Há poucos anos atrás, lá pelas décadas de 80 e 90, e quem foi criança e adolescente nesse tempo saberá do que estou falando, nós éramos muito mais “moleques” do que as crianças são hoje. Brincávamos na rua até tarde, vivíamos escorregando em gramados e barrancos, tomávamos da mesma água da mangueira que usávamos pra dar banho no cachorro e tudo estava bem. Nesse tempo ainda não tínhamos tantos aparelhos eletrônicos em casa como agora, no máximo uma TV comum, um estéreo e um VCR, que pra quem nunca ouviu falar são os velhos Vídeo Cassetes. Sendo assim, poucos botões pra nos tirar das brincadeiras de rua e nos colocar prostrados de frente a TV.

Nessas últimas férias tive um agradável Déjà vu sobre esse assunto. Logo que cheguei em Angra fui à casa do Cris, já esperando saber das novidades do PS2 ou dos nossos seriados, coisas que adoramos, e ao contrário do que eu imaginava não havia nada disso, e sim um monte de jogos de tabuleiro! Logo que vi já pensei, “essas férias vão ser um saco!”, mas que nada! Largamos de lado os então adorados botões e a tela da TV pra nos sentar num círculo em volta de um velho tabuleiro, marcado com os tradicionais peões coloridos que mais parecem cones com verrugas nas pontas. Havia muito tempo que não olhava pra um tabuleiro desses, como os do Jogo da Vida, Banco Imobiliário, Scotland Yard, dentre tantos outros. E as marcas então, Grow, Estrela… que saudades dos tempos em que elas faziam nossa alegria. Mas claro que os botões não nos deixaram assim tão fácil, afinal, se não fossem por eles eu não estaria aqui escrevendo esse texto num notebook sem ao menos ter um cabo de rede conectado, mas isso não vem ao caso agora.

jogos

O que importa mesmo é que há muito tempo eu não me divertia tanto! Passei dois meses em Angra e conto nos dedos a quantidade de vezes que trocamos os nostálgicos tabuleiros por novíssimos controles de XBOX 360 ou Playstations. E digo mais, não satisfeitos com a quantidade de jogos que já tínhamos compramos mais alguns, tantos outros vieram de casas de amigos onde permaneceram esquecidos em armários e debaixo de camas por tanto tempo.

Esses jogos nos fizeram lembrar tempos antigos, de quando ainda éramos crianças e não tínhamos botões em casa, e isso deu pano pra manga! Passamos noites falando sobre isso. Hoje, em qualquer casa, de qualquer cidade sempre iremos encontrar um bando de crianças que não só sabem usar um computador para jogar ou pesquisar como também têm capacidade para criar sites complexos, entendem uma montanha de comandos dos tais CS’s e Ragnaroks da vida, mas que nunca brincaram de pique na rua, não sabem o prazer de reunir os amigos pra uma partida de Queimado ou mesmo fazer uma pista de corrida na areia da praia pra ficar dando tecos com os dedos em tampas de garrafa, eu adorava uma Corrida de Tampinhas, passava horas fazendo a pista e mais horas nas tecadas, esquecia da vida, até que a mãe aparecia pra levar pra casa.

A infância das nossas crianças atualmente é baseada numa educação completamente eletrônica, tudo gira em torno de videogames e computadores, digo isso porque tenho três sobrinhos, e a mais velha adora o Orkut e o tal Buddypoke e agora está louca por um celular. Poxa, ela só tem seis anos! No meu tempo me contentava com um relógio Casio e um Pogoball! Tenho medo do que ainda vem pela frente, de como crescerão os nossos filhos e netos.

Fevereiro 19, 2009

Post de um bêbado puto da vida

Arquivado em: Série Coisas Odiosas, Série Muro das Lamentações — Wagner Lannes @ 3:57 am

É gente, essas coisas acontecem. Hoje eu passei um dia muito agradável no apartamento de uma tia, pessoa que deu certo na vida, sempre teve os melhores carros, as melhores comidas, decoração, enfim, é uma pessoa que eu amo, e nada disso importa! O fato é que eu sempre me senti muito bem recebido em sua casa, e hoje não foi diferente.

Logo após fui pra faculdade cumprir meu dever de universitário sonhador. Assisti minha aula de Marketing, desci e fui pro bar com o povo, afinal, quarta feira é dia de Gole. Como de costume todos estavam por lá, inclusive os calouros desse ano, então você que está lendo isso já imagina que foi aquela brincadeira de “calouro paga a cerveja”, coisa normal em toda faculdade.

Bem, a noite foi passando e o povo debandando, apenas alguns gatos pingados sobraram em frente ao bar que já fechava, e foi quando eu descobri que um desses calouros era “filho do dono de uma chácara que minha tia anteriormente citada comprou”, ou seja, mais um playboy. O fato é que no decorrer do papo eu disse que iria fazer uma festa da faculdade na tal chácara, e foi quando o calouro começou a tirar uma certa onda comigo, mesmo eu dizendo que o lugar não é meu, que é da minha tia. Enfim, nos reunimos pra ir embora. Enquanto descíamos em direção ao estacionamento eu disse que a casa apresentava alguns problemas e brinquei com o fato de os móveis serem horríveis (verdade, são mesmo!) e o dito cujo começou a me mandar umas do tipo “é feio, mas você tem dinheiro pra comprar?”. Levei na brincadeira, normal, mas ele emendou quando eu falei que a porteira estava com defeito: “Tá, ela não fecha, mas desde quando você pôde ter algo assim?, ou, “É feio, mas você nunca vai poder comprar uma igual”.

Aquilo foi me tirando do sério, e quem me conhece sabe como fico em ocasiões como essa. Desatei a falar merda. Ah! E pra completar, um outro calouro começou a ser irônico comigo porque ele fez ESPM, tudo bem, sempre foi meu sonho, mas fazemos o que podemos né. De início comecei a tirar ele, mas logo melhorou o teor do papo, mas mesmo assim, depois deles pedirem desculpa e dizer se tratar de uma brincadeira isso não me desceu. Voltei pra casa puto, sozinho e humilhado, e claro, quem está lendo isso agora não deve estar entendendo nada, estou bêbado e chateado, mas é a vida né, uns tem mais do que os outros, e quem não tem nada escuta merda e tem que ficar calado a maior parte do tempo.

PS- hoje não tem imagem, não tem formatação e nem revisão. Estou puto com a vida e bêbado demais pra fazer isso! Mas mesmo assim eu sei que vocês me perdoam!

Fevereiro 17, 2009

Rezem por mim!!!

Arquivado em: Sem-categoria — Wagner Lannes @ 1:21 pm

band

Criançada, hoje ao meio dia tenho uma entrevista na Rede Bandeirantes de Televisão. Então, pelo amor de Deus, rezem por mim! Tô muito necessitado de emprego, e acho que essa é uma ótima chance!

PS – esqueci de avisar ao povo leitor, mas eu não fiquei com a vaga porque não curso a graduação total em Jornalismo, mas sim em Publicidade e Propaganda! Ainda acho que escolhi a profissão errada, mas, fazer o quê!

Fevereiro 16, 2009

Textículo Sobre o Futebol

Arquivado em: Série Coisas Odiosas, Série Gente — Wagner Lannes @ 3:32 am

Belissima jogada em jogo do Brasileirão

Belíssimo passe em jogo do Brasileirão

Já vou logo avisando, não sou chegado em futebol! Torço apenas em jogos da seleção, fora isso não tenho preferência por time nenhum. Um motivo? A grande palhaçada que é o esporte atualmente.

Nos tempos de Garrincha e Pelé o futebol era a arte que meu avô sempre me contou com emoção, de quando ouvia os jogos num velho Motobrás sintonizado numa rádio AM, eles sim faziam o verdadeiro futebol, com garra, força e vontade de vencer. Era difícil vermos um jogador “cair de dor” depois de uma falta, eles queriam mesmo é colocar a bola dentro do gol.

Tempos onde a arte era produzida com os pés

Tempos onde a arte era produzida com os pés

Hoje em dia o futebol já não é um esporte, é um grandioso negócio, disso todo mundo já sabe. Contratos milionários, vendas e empréstimos de jogadores para clubes internacionais, mega acordos de publicidade e os já conhecidos escândalos como os do Ronaldinho “Fenômeno”, adjetivo absurdo por sinal.

Mas enfim, o que eu quero mesmo dizer é o seguinte. Estava eu agora a pouco assistindo o Fantástico quando começou a matéria sobre futebol, e o que eu mais via era ator sendo desperdiçado pelo Boni nas novelas! O que tem de babaca que se joga pra tentar meter falta é absurdo, além de ridículo!!! Qualquer toque no cara e ele quase morre de dor, como se acometido por um apêndice supurado. E não é só isso, ainda existem as intermináveis brigas, dentro e fora do campo.

Show de integração torcedor/jogador

Show de integração torcedor/jogador

Ainda não entendo o porquê de tanto teatro dentro dos campos, tanta reclamação com o juiz. Alguma vez na história um juiz voltou numa decisão tomada? Eu pelo menos nunca vi. É uma enorme perda de tempo para o time, e só faz aumentar a raiva dos companheiros de gramado e de arquibancada, pois acaba se tornando um motivo para iniciar brigas entre os torcedores, que por sua vez não perdem a chance de sair no braço por qualquer coisa.

Eu penso que os torcedores são os mais idiotas nessa história, pois além de estarem espremidos na geral da “Unidos do Sovaco Suado”, têm que pagar pra entrar no estádio, assistir um jogo onde sempre acontecem dessas e não ganham nada com isso. Os jogadores já têm o deles garantido todo mês, e dane-se o resto!

Futebol foi arte, foi espetáculo, algo lindo de se ver, hoje nem sei mais como definir esse esporte.

Janeiro 24, 2009

Em breve entraremos em reforma

Arquivado em: Sem-categoria — Wagner Lannes @ 3:44 pm

Galera, acho que eu devo desculpas à vocês pelo último post que publiquei aqui. Os amigos e leitores desse blog não têm nada a ver com o que acontece ou deixa de acontecer na minha vida, eu é que deveria aprender a separar melhor as coisas e não sair culpando tudo e todos pelo meu já conhecido mau humor, principalmente quando me falta a porcaria do cigarro, que foi uma das causas do teor do texto.

Realmente eu amo escrever, tanto que quase mudei de Publicidade para Jornalismo na faculdade. Discutir idéias, expor, explicar, criticar, tudo isso faz parte da minha vida, e não acho justo fazer isso comigo mesmo. Obrigado à todos por me colocar nos eixos!

Duas grandes paixões, a leitura e a fotografia

Duas grandes paixões, a leitura e a fotografia

Os posts irão continuar, talvez até com uma frequência maior do que já estava acontecendo, e isso merece uma reformulação no layout do blog, sendo assim, dentro de alguns dias estaremos de cara nova!

Um grande abraço à todos!

Janeiro 20, 2009

Continuar? Será?

Arquivado em: Série Muro das Lamentações — Wagner Lannes @ 2:01 am

loss of time

Galera, hoje me peguei pensando numa coisa, pra que ter um blog se ninguém lê??? Pra que perder meu tempo desenvolvendo textos legais, procurar por imagens interessantes e que casem bem com tais textos se não vai ter ninguém pra ler essa porcaria?

Quando comecei a escrever aqui foi super empolgante, conheci muita gente interessante e parecida comigo, todos os dias tinha coisa pra postar, às vezes mais de uma por dia. Mas o tempo foi passando, passando… o blog ficou um bom período esquecido por mim, tudo bem que minha vida estava uma correria, coisa de doido, e quando retomei vim com força total! Mas agora, sei lá, acho que estou apenas perdendo meu tempo….

Pode ser que pense assim apenas hoje, alguns dias talvez, mas nesse exato momento é o que penso, completa perda de tempo….

Detalhe, passei mais tempo procurando uma imagem e editando do que escrevendo, no fim das contas foi tudo uma grande perda de tempo.

Janeiro 10, 2009

Tô ficando velho!!!!

Arquivado em: Série Gente, Série Muro das Lamentações — Wagner Lannes @ 2:23 pm

aniversario_hba

É povo, tô ficando velho….

Ontem foi meu aniversário de 28 anos, pra mim uma idade meio que crítica, afinal, estou chegando perto dos 30 e ainda não realizei nada realmente grandioso, como ter um filho ou ganhar uma promoção na carreira. Ainda não casei, portanto filho não vai acontecer tão cedo, e não tenho carreira, já era minha promoção!

A vida inteira imaginei que quando chegasse aos 30 eu estaria com a vida resolvida, carreira, família, parcelas do carro, da casa e dos gadgets em dia, mas o destino não quis assim. Espero que esse ano realmente eu possa colocar minha vida nos eixos e finalmente me tornar alguém dentro das estatísticas do governo. Odeio ser um isento! (vou ter que mudar esse jargão, já que não existe tal coisa mais né)

Mas não estou aqui apenas pra reclamar das coisas que ainda não realizei. O meu Dia do Fico foi realmente muito bom, fiquei junto da minha família, pude estar perto de todos que amo, mamãe, irmã, sobrinhos pentelhos e até um primo bitolado que estamos tentando modificar um pouco. Ganhei almoço especial, roupas de presente (cadê os brinquedos???) e uma bela reunião de amigos na casa do Kiko, com direito a torta de amendoim feita pela Marcelle.

Por mais que as coisas tenham se complicado no ano passado, como por exemplo ter que morar de favor em casa de parentes, o aumento da mensalidade da faculdade e a falta de grana, tenho certeza de que Papai do Céu está sempre olhando por mim e por todos nós. Nada foi tão ruim à ponto de eu querer me matar e tudo pode ser mudado.

Agradeço pela família e pelos meus verdadeiros amigos, que sempre estão do meu lado nos momentos mais complicados e nos mais felizes!

Janeiro 5, 2009

O clichê de início de ano

Arquivado em: Série Blogosfera, Série Universitário — Wagner Lannes @ 11:50 am

É povo, mais um ano vai embora (graças a Deus!) e agora é hora de refazer as tão famosas Resoluções de Ano Novo.

Eu decidi que vou voltar pro mundo da arte, mesmo que isso me custe um pouco mais de dinheiro, afinal eu adoro arte, sempre pintei, desenhei e fiz esculturas, mas agora é pra valer!

Ainda nesse campo artístico tomei uma outra decisão, vou aproveitar da minha faculdade e da minha profissão pra entrar numa outra vertente, comecei a fazer tiras, dessas de quadrinhos de jornal e tal. Nunca tinha pensado em expressar certas coisas e pensamentos dessa forma, mudei de opinião depois de conhecer o Ryot IRAS (olha o jabá aí gente!!!), do criativo Ricardo Tokumoto.  Não me lembro ao certo em que site encontrei o link dele, se não me engano foi no Bobagento, e naquele mesmo dia eu li mais de 30 páginas de tiras sem parar! Adorei a forma de expressão do Tokumoto, seus traços e os textos, fiquei tão empolgado que já naquele dia produzi umas 4 tiras, bem simples, claro, mas consegui fazer algo que nunca tinha feito ou ao menos imaginado ter feito.

Tira retirada do Ryot IRAS, do Tokamoto

Tira retirada do Ryot IRAS, do Tokamoto

Pra quem se amarra em arte e críticas o Ryot IRAS é a pedida certa. Com qualidade e humor o cara consegue prender a gente mesmo.

Outras toneladas de resoluções e pensamentos criativos pairam na minha cabeça, mas sei que metade deles não vou colocar em prática, alguns por falta de grana e outros por pura preguiça mesmo, mas ao menos a gente tenta alguns.

Já com relação às tirar eu postarei qualquer coisa depois que der uma finalizada nelas no Photoshop.

Bração povo!

Feliz Ânus Novo - Tira retirada do Dr Pepper

Feliz Ânus Novo - Tira retirada do Dr Pepper

PS- outro ótimo site de tirinhas é o Dr Pepper, aquele cara é foda também!

Novembro 26, 2008

Ninguém entende o que eu digo!

Arquivado em: Sem-categoria — Wagner Lannes @ 7:21 pm

stressed monkey

O lance é o seguinte, estamos num puta brainstorm para decidirmos alguns pontos importantes de um projeto, mas é uma merda quando discordam de você em algo óbvio!!! Por acasou estou falando Javanês? Acho que não… então porque tanto empecilho?

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