Arquivo | janeiro, 2008

Hi, my name is Dexter, and I’m a serial killer.

26 jan
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Como eu havia dito antes, aí vai uma prévia de um dos seriados que tenho acompanhado atualmente, Dexter.

Como um homem cujo trabalho é ajudar a solucionar os piores crimes de Miami durante o dia comete os mesmos atos brutais durante à noite? O que acontece numa cidade onde serial killers são perseguidos por um deles? Onde começa e termina a linha que separa um serial killer de um herói incomum?

“DEXTER” é uma história cheia de reviravoltas sobre um especialista em medicina forense da polícia que passa parte de seu tempo perseguindo assassinos que ultrapassaram os limites da justiça. Mas será esse um caminho possível para um serial killer?

Interpretado por Michael C. Hall , Dexter é um personagem complexo cujo código moral e ações talvez sejam chocantes para alguns — e totalmente injustificáveis para outros. Na superfície, Dexter é um homem bom e charmoso. Durante o dia, ele é um especialista em sangue que trabalha ao lado da equipe da divisão de homicídios do departamento de polícia de Miami e vai além do seu trabalho para solucionar os assassinatos. Seu trabalho na verdade serve para ocultar sua verdadeira ocupação, a de serial killer, que consiste em matar aqueles que conseguiram escapar da polícia.

Logo se descobre as origens do seu comportamento: após ficar órfão aos 4 anos e guardar um traumático segredo, Dexter é adotado por Harry Morgan, um policial que reconhece as tendências homicidas dele e guia seu filho para mudar sua terrível paixão em dissecar humanos para algo mais construtivo.

Como todos os serial killers, o lado obscuro de Dexter é escondido das pessoas com quem ele passa mais tempo, principalmente daqueles que ele ama. Sua irmã Debra, que não desconfia de nada, é uma policial determinada, que sempre pede conselhos pessoais e profissionais para ele — desde sobre novos namorados até sobre uma série de mortes de prostitutas. A paixão por sua adorável namorada Rita, uma mãe solteira, faz com que ele enfrente a normalidade da vida diária.

Durante o horário comercial, o Dexter “normal” se empenha enquanto trabalha ao lado do durão sargento Doakes, que não faz questão de esconder seu desprezo por ele, da tenente Maria LaGuerta, a chefe da divisão de homicídios da polícia, e do detetive Angel Batista, que ele praticamente considera o seu parceiro e que tem um faro especial pelos detalhes dos crimes.

Hoje estou acompanhando a segunda temporada, que pelo visto vai ser melhor que a primeira. Recomendo à todos, muito boa mesmo. Além de ter uma história intrigante e bem bolada ainda há o mistério por trás da vida do protagonista, que sempre descobre algo crucial, o que acaba nos prendendo ainda mais a trama. Não consigo ver apenas um episódio por dia.

E agora José?

26 jan

Dúvida. Ultimamente é a única coisa que eu tenho em mente. Estou duvidando de coisas demais nessa vida… já estou com 27 anos de idade e ainda não tenho nada, tive, não tenho mais. Não tenho mais carro, não tenho mais casa e muito menos dinheiro. As vezes me pego pensando no que a vida me guarda, ando duvidando disso também.

É um tanto quanto desesperador a gente parar pra pensar nisso, estamos envelhecendo, perdendo o vigor da juventude e a garra que tínhamos antes dos 20. Hoje me encontro do outro lado do caminho que estava, vivia bem apesar dos pesares, tinha minha casa, meu carro, um punhado de amigos e um bom emprego. Hoje moro de favor na casa de parentes, uma bicicleta, meu único veículo foi “arrendado” por um primo que não se preocupou em pedir e amigops mesmo tenho poucos, cabe na metade dos dedos contados em uma mão apenas, e emprego, bom, esse quer distância de mim pelo visto, sempre que acho que vai dar certo Murphy faz uma visitinha rápida, o suficiente pra virar minha vida de pernas pro ar. Assim comecei o ano de 2008, com incertezas, medo e um futuro que não sei mesmo se será promissor.

Estava pensando sobre a faculdade hoje, se realmente vou poder continuar, pois ontem fiz mais uma entrevista para um estágio, fui confiante, sabendo que conseguiria a vaga, tenho potencial e capacidade, mas no meio do caminho a entrevistadora jogou um monte de pedras dentro do meu barco de papel, e pouco a pouco fui indo à pique. Motivo? Sou pobre o suficiente e preciso de financiamento estudantil, o que me impede de agregar o valor do estágio ao crédito, o que obrigaria a faculdade a me devolver exatos R$98,36, valor esse que eles não tem a mínima vontade de gastar. Outro pensamento acerca dos estudos foi o de que área eu deveria seguir, afinal, faço Comunicação Social e estou em dúvida entre Publicidade e Jornalismo, o grande problema é que preciso decidir isso agora, até o dia 10 de Fevereiro, que é quando retornamos às aulas.

Mesmo com todas essas dúvidas e incertezas ainda existe uma coisa certa na minha vida, eu não nasci pra ser pouco, não me conformo em ser igual a todos, estou aqui pra fazer diferença, mostrar que sou capaz, assim como já fui antes, quando minha vida não era tão vaga e cheia dessas incertezas frias. Estou nesse mundo para ser o melhor naquilo que nasci pra fazer, seja lá o que for.

Teorias que vão mudar o mundo! – A resposta…

24 jan

Bom, como o povo não tem entrado muito aqui fiquei sem base pra discutir sobre a teoria.

Apenas a Tititi deixou sua tese, de que os dois  ficariam rodando e quicandono chão, revezando. A minha é a seguinte:

  • Amarrando-se o pão com manteiga ao gato cria-se um enorme paradoxo, pois se os dois tendem a cair virado para o chão estarão então paradas no espaço, girando em torno de seu eixo eternamente.

Vasculhando a internet em buscas de respotas para esse problema de tal magnititude encontrei uma forma simples de se exemplificar esse experimento, segue abaixo o esquema:

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É isso aí povo, quando alguém tiver uma nova teoria, é só postar que a gente descobre uma forma de solucionar!

Nessa vida eu…

22 jan

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Me arrependo de não ter aproveitado melhor a vida

Me arrependo de não ter trabalhado mais

Me arrependo de não ter trabalhado menos

Me arrependo de não ter amado mais

Me arrependo de não ter dado tanto valor as simples coisas da vida

Me arrependo de não ter agarrado as boas oportunidades

Me arrependo de não ter tido coragem de dar mais um passo

Me arrependo de não ter escutado alguns conselhos

Me arrependo de não ter escutado a voz da razão quando ela gritava aos meu ouvidos

Me arrependo de não ter dito “eu te amo” à quem merecia ouvir

Me arrependo de não ter terminado de pagar meu carro

Me arrependo de não ter mais perseverança nos últimos empregos

Me arrependo de não ter tido mais verdadeiros amigos

Me arrependo de não ter tido a oportunidade de viver mais como “o filho” do meu pai

Me arrependo de não ter tanta força de vontade como gostaria

Me arrependo de não ter me calado quando deveria perante à uma amizade verdadeira

Mas,

Não me arrependo de ter nascido

Não me arrependo de ter vivido os momentos que vivi

Não me arrependo de ter trabalhado onde trabalhei

Não me arrependo de ter trabalhado pouco

Não me arrependo de ter trabalhado muito

Não me arrependo de ter amado quem amei

Não me arrependo de ter apreciado o que a vida me deu

Não me arrependo de ter recusado algumas oportunidades

Não me arrependo de ter me acovardado perante um desafio

Não me arrependo de ter deixado os conselhos ruins de lado

Não me arrependo de ter me calado ao invés de dizer “eu te amo” quando não amava

Não me arrependo de ter curtido muita coisa boa no meu carro

Não me arrependo de ter sido um pouco preguiçoso em alguns empregos

Não me arrependo de ter deixado de fazer alguns amigos, hoje tenho os melhores

Não me arrependo de ter vivido como “o filho” do meu pai, ele me tornou o que sou hoje

Não me arrependo de ter dito certas coisas, elas fazem um sentimento medíocre se tornar cada vez maior.

22 jan

Ultimamente quando volto aqui pra esse meu canto sinto meio que um vazio… quando inaugurei esse blog me sentia bem em poder escrever, desabafar e até mesmo divertir quem entrasse aqui, e isso aconteceu sim, e eu me divertia também, porque sabia que haveriam outras pessoas pra ler, opinar e discutir sobre os assuntos que eu colocasse em pauta, mas hoje percebi que nem todo mundo tem vindo aqui mais, não sei se por falta de tempo, oportunidade ou desinteresse…  cadê vocês?

O Paradoxo do Nosso Tempo

21 jan

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Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais.
Ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos televisão demais e  oramos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver.
Adicionamos anos a nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Dominamos o átomo, mas não nosso preconceito.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do “fast-food” e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; de lucros acentuados e relações vazias.
Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Esta é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva esta carta a você e uma era que te permite dividir esta reflexão
Por isto, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

Texto extraído (roubado mesmo!) do Inconstantemente Falando, da minha linda Fafah, mulher que sempre sabe o que dizer…. desculpe amor, mas gostei tanto do seu texto que resolvi postar aqui.

Motosserra é puro hardcore!!!

20 jan

Esse é o 1º videoclipe da banda Motosserra, dos meus irmãos muito doidos!!!!