Arquivo | fevereiro, 2009

Uma curtinha sobre signos

28 fev

map

E lá estava eu navegando sem rumo pela internet, cerveja dum lado, cigarro do outro, de cara no notebook com meu primo pentelho me torrando no MSN. Eis que abro minha caixa de email e encontro um da minha amiga blogueira Tititi, avisando que ela tinha postado um comentário no post abaixo.

Enfim, sei que entrei no blog dela pra ler e agradecer pelo post, quando olho pra sua lista de blogs. Um deles em particular me chamou a atenção, o “A Vida Não Presta Mesmo” (porque será que fui logo nesse?). Entrei e comecei a ler os posts da dita cuja, Lily, e eis que me deparo com um post sobre astrologia, cosmos, ascendentes em Plutão, coisa e tal… não dou muita bola pra essas coisas, mas olhem bem o que estava escrito sobre o meu signo, Capricórnio:

Capricórnio – Parece um pouco com Touro. Mas é mais chato. No caso, gosta de acumular suas riquezas mas sem pensar muito em usufruí-la comprando conforto, roupas bonitas, boa comida e demais prazeres taurinos. Capricorniano quer grana porque quer. E, além disso, são extremamente inseguros amorosamente, apesar de quererem passar um ar de segurança e estabilidade.

Agora, aquelas que já estiveram comigo, mesmo que um tempo, me expliquem se isso aconteceu realmente! Eu sou o cara mais inseguro amorosamente falando que eu conheço! Já vi gente bolada com sua parceira, ou parceiro, mas tudo acabava entrando nos trilhos, mas comigo a coisa sempre foi diferente, tenho um certo receio do sei lá o que que me deixa desnorteado.

Mas acho que isso ainda vai mudar um dia, tenho fé no meu Santo Antônio!

Anúncios

10 motivos para você assistir ao Monty Python e o Cálice Sagrado

24 fev

Vadiando pela internet à procura de diversão encontrei um post relacionado a uma série de filmes que adoro, a qual conta com Monty Python e o cálice sagrado, que na minha opinião é um dos melhores filmes de todos os tempos! A primeira vez que ouvi falar desses caras eu era um moleque de uns 13 anos, e a  Srtª Carolina, mais velha na época, discursava aos risos sobre esse filme e os outros do grupo. Desde então fiquei curioso, mas acabei não assintindo naqueles tempos, vindo a conhecer realmente um pouco mais velho. Me apaixonei de cara pelo humor dos caras.

Os lendários Cavaleiros que dizem Ni

Os lendários Cavaleiros que dizem Ni

Abaixo segue uma lista com os 10 Motivos pelos quais vocês devem assistir ao filme:


• Tem os Cavaleiros que Dizem Ni!
• Tem a musiquinha do sir. Robin, o cavaleiro cagão;
• Tem o coelho assassino que devora todo mundo sem perder seu aspecto pimpão e inofensivo;
• Tem a frase: “Me traga um shuberry bem bonito! E que não seja muito caro!”
• Tem a célebre pergunta: “Quantas andorinhas são necessárias pra transportar um côco?” E a resposta: “Mas andorinhas africanas ou européias?”
• Tem a morte repentina do ilustrador do dragão;
• Tem o salvamento fantástico de sir Lancelot à “mocinha” que só quer cantaaaaaaarrrr;
• Tem a sequência do cavaleiro preso num castelo repleto de virgens masoquistas;
• Tem o final mais contemporâneo que um filme sobre Rei Arthur pode ter;
• Tem a luta do Rei Arthur contra o cavaleiro negro, que não perde a pose, mesmo sem os braços e sem as pernas. Se você viu o filme, me ajude a lembrar mais cenas inesquecíveis. Se você ainda não viu, aí… bom, nem sei o que você ainda está fazendo que não foi pegar pra assistir!

Créditos da lista ao Nadaver.

Nostalgia – Jogos de Tabuleiro

24 fev

Depois da invenção do botão o mundo mudou! Ninguém mais levantava da poltrona pra trocar de canal ou passar um tempinho no fogão fazendo uma pipoca. Esse botãozinho mudou tanto nossa maneira de viver que hoje somos uma população fora de forma e acima do peso, até nosso ritmo de vida mudou. Somos mais estressados, não temos mais tempo pra nada, e o tal botão só contribuiu pra isso.

Daqui um tempo vai ser esse aí quer irão apertar!

Botão do Pânico! Daqui um tempo vai ser esse aí quer irão apertar!

Agora, você deve estar se perguntando o porquê de tanta divagação sobre um simples botão. Eu explico.

Há poucos anos atrás, lá pelas décadas de 80 e 90, e quem foi criança e adolescente nesse tempo saberá do que estou falando, nós éramos muito mais “moleques” do que as crianças são hoje. Brincávamos na rua até tarde, vivíamos escorregando em gramados e barrancos, tomávamos da mesma água da mangueira que usávamos pra dar banho no cachorro e tudo estava bem. Nesse tempo ainda não tínhamos tantos aparelhos eletrônicos em casa como agora, no máximo uma TV comum, um estéreo e um VCR, que pra quem nunca ouviu falar são os velhos Vídeo Cassetes. Sendo assim, poucos botões pra nos tirar das brincadeiras de rua e nos colocar prostrados de frente a TV.

Nessas últimas férias tive um agradável Déjà vu sobre esse assunto. Logo que cheguei em Angra fui à casa do Cris, já esperando saber das novidades do PS2 ou dos nossos seriados, coisas que adoramos, e ao contrário do que eu imaginava não havia nada disso, e sim um monte de jogos de tabuleiro! Logo que vi já pensei, “essas férias vão ser um saco!”, mas que nada! Largamos de lado os então adorados botões e a tela da TV pra nos sentar num círculo em volta de um velho tabuleiro, marcado com os tradicionais peões coloridos que mais parecem cones com verrugas nas pontas. Havia muito tempo que não olhava pra um tabuleiro desses, como os do Jogo da Vida, Banco Imobiliário, Scotland Yard, dentre tantos outros. E as marcas então, Grow, Estrela… que saudades dos tempos em que elas faziam nossa alegria. Mas claro que os botões não nos deixaram assim tão fácil, afinal, se não fossem por eles eu não estaria aqui escrevendo esse texto num notebook sem ao menos ter um cabo de rede conectado, mas isso não vem ao caso agora.

jogos

O que importa mesmo é que há muito tempo eu não me divertia tanto! Passei dois meses em Angra e conto nos dedos a quantidade de vezes que trocamos os nostálgicos tabuleiros por novíssimos controles de XBOX 360 ou Playstations. E digo mais, não satisfeitos com a quantidade de jogos que já tínhamos compramos mais alguns, tantos outros vieram de casas de amigos onde permaneceram esquecidos em armários e debaixo de camas por tanto tempo.

Esses jogos nos fizeram lembrar tempos antigos, de quando ainda éramos crianças e não tínhamos botões em casa, e isso deu pano pra manga! Passamos noites falando sobre isso. Hoje, em qualquer casa, de qualquer cidade sempre iremos encontrar um bando de crianças que não só sabem usar um computador para jogar ou pesquisar como também têm capacidade para criar sites complexos, entendem uma montanha de comandos dos tais CS’s e Ragnaroks da vida, mas que nunca brincaram de pique na rua, não sabem o prazer de reunir os amigos pra uma partida de Queimado ou mesmo fazer uma pista de corrida na areia da praia pra ficar dando tecos com os dedos em tampas de garrafa, eu adorava uma Corrida de Tampinhas, passava horas fazendo a pista e mais horas nas tecadas, esquecia da vida, até que a mãe aparecia pra levar pra casa.

A infância das nossas crianças atualmente é baseada numa educação completamente eletrônica, tudo gira em torno de videogames e computadores, digo isso porque tenho três sobrinhos, e a mais velha adora o Orkut e o tal Buddypoke e agora está louca por um celular. Poxa, ela só tem seis anos! No meu tempo me contentava com um relógio Casio e um Pogoball! Tenho medo do que ainda vem pela frente, de como crescerão os nossos filhos e netos.

Post de um bêbado puto da vida

19 fev

É gente, essas coisas acontecem. Hoje eu passei um dia muito agradável no apartamento de uma tia, pessoa que deu certo na vida, sempre teve os melhores carros, as melhores comidas, decoração, enfim, é uma pessoa que eu amo, e nada disso importa! O fato é que eu sempre me senti muito bem recebido em sua casa, e hoje não foi diferente.

Logo após fui pra faculdade cumprir meu dever de universitário sonhador. Assisti minha aula de Marketing, desci e fui pro bar com o povo, afinal, quarta feira é dia de Gole. Como de costume todos estavam por lá, inclusive os calouros desse ano, então você que está lendo isso já imagina que foi aquela brincadeira de “calouro paga a cerveja”, coisa normal em toda faculdade.

Bem, a noite foi passando e o povo debandando, apenas alguns gatos pingados sobraram em frente ao bar que já fechava, e foi quando eu descobri que um desses calouros era “filho do dono de uma chácara que minha tia anteriormente citada comprou”, ou seja, mais um playboy. O fato é que no decorrer do papo eu disse que iria fazer uma festa da faculdade na tal chácara, e foi quando o calouro começou a tirar uma certa onda comigo, mesmo eu dizendo que o lugar não é meu, que é da minha tia. Enfim, nos reunimos pra ir embora. Enquanto descíamos em direção ao estacionamento eu disse que a casa apresentava alguns problemas e brinquei com o fato de os móveis serem horríveis (verdade, são mesmo!) e o dito cujo começou a me mandar umas do tipo “é feio, mas você tem dinheiro pra comprar?”. Levei na brincadeira, normal, mas ele emendou quando eu falei que a porteira estava com defeito: “Tá, ela não fecha, mas desde quando você pôde ter algo assim?, ou, “É feio, mas você nunca vai poder comprar uma igual”.

Aquilo foi me tirando do sério, e quem me conhece sabe como fico em ocasiões como essa. Desatei a falar merda. Ah! E pra completar, um outro calouro começou a ser irônico comigo porque ele fez ESPM, tudo bem, sempre foi meu sonho, mas fazemos o que podemos né. De início comecei a tirar ele, mas logo melhorou o teor do papo, mas mesmo assim, depois deles pedirem desculpa e dizer se tratar de uma brincadeira isso não me desceu. Voltei pra casa puto, sozinho e humilhado, e claro, quem está lendo isso agora não deve estar entendendo nada, estou bêbado e chateado, mas é a vida né, uns tem mais do que os outros, e quem não tem nada escuta merda e tem que ficar calado a maior parte do tempo.

PS- hoje não tem imagem, não tem formatação e nem revisão. Estou puto com a vida e bêbado demais pra fazer isso! Mas mesmo assim eu sei que vocês me perdoam!

Rezem por mim!!!

17 fev

band

Criançada, hoje ao meio dia tenho uma entrevista na Rede Bandeirantes de Televisão. Então, pelo amor de Deus, rezem por mim! Tô muito necessitado de emprego, e acho que essa é uma ótima chance!

PS – esqueci de avisar ao povo leitor, mas eu não fiquei com a vaga porque não curso a graduação total em Jornalismo, mas sim em Publicidade e Propaganda! Ainda acho que escolhi a profissão errada, mas, fazer o quê!

Textículo Sobre o Futebol

16 fev

Belissima jogada em jogo do Brasileirão

Belíssimo passe em jogo do Brasileirão

Já vou logo avisando, não sou chegado em futebol! Torço apenas em jogos da seleção, fora isso não tenho preferência por time nenhum. Um motivo? A grande palhaçada que é o esporte atualmente.

Nos tempos de Garrincha e Pelé o futebol era a arte que meu avô sempre me contou com emoção, de quando ouvia os jogos num velho Motobrás sintonizado numa rádio AM, eles sim faziam o verdadeiro futebol, com garra, força e vontade de vencer. Era difícil vermos um jogador “cair de dor” depois de uma falta, eles queriam mesmo é colocar a bola dentro do gol.

Tempos onde a arte era produzida com os pés

Tempos onde a arte era produzida com os pés

Hoje em dia o futebol já não é um esporte, é um grandioso negócio, disso todo mundo já sabe. Contratos milionários, vendas e empréstimos de jogadores para clubes internacionais, mega acordos de publicidade e os já conhecidos escândalos como os do Ronaldinho “Fenômeno”, adjetivo absurdo por sinal.

Mas enfim, o que eu quero mesmo dizer é o seguinte. Estava eu agora a pouco assistindo o Fantástico quando começou a matéria sobre futebol, e o que eu mais via era ator sendo desperdiçado pelo Boni nas novelas! O que tem de babaca que se joga pra tentar meter falta é absurdo, além de ridículo!!! Qualquer toque no cara e ele quase morre de dor, como se acometido por um apêndice supurado. E não é só isso, ainda existem as intermináveis brigas, dentro e fora do campo.

Show de integração torcedor/jogador

Show de integração torcedor/jogador

Ainda não entendo o porquê de tanto teatro dentro dos campos, tanta reclamação com o juiz. Alguma vez na história um juiz voltou numa decisão tomada? Eu pelo menos nunca vi. É uma enorme perda de tempo para o time, e só faz aumentar a raiva dos companheiros de gramado e de arquibancada, pois acaba se tornando um motivo para iniciar brigas entre os torcedores, que por sua vez não perdem a chance de sair no braço por qualquer coisa.

Eu penso que os torcedores são os mais idiotas nessa história, pois além de estarem espremidos na geral da “Unidos do Sovaco Suado”, têm que pagar pra entrar no estádio, assistir um jogo onde sempre acontecem dessas e não ganham nada com isso. Os jogadores já têm o deles garantido todo mês, e dane-se o resto!

Futebol foi arte, foi espetáculo, algo lindo de se ver, hoje nem sei mais como definir esse esporte.